Vamos a la praia

Sexta-feira. Minha tia fazendo faxina em casa e eu com Lenine à toda e no último volume. Começou meu final de semana e eu estava mais do que ansiosa para ir à praia. Mas antes, o aquecimento: aproveitei que meu pai também estava viajando e tomei umas latinhas que estavam dando sopa na geladeira. Arrumei as malas e botei o pé na estrada. Minha prima no volante, eu no banco do passageiro e a Érika no banco de trás.

Sem trânsito, chegar em Mongaguá foi uma baba. Fizemos a compra básica: macarrão, frutas e breja (e umas Smirnoff Ice para Erikita). Sabadão a Jana se juntou à patota e aí...Enchi tanto a lata na praia que dormi de bunda pra cima num sol de rachar moleira. Tomamos banho de mar, rimos, comemos pastel, tomamos sorvete, aquela típica farofa de paulista na praia. À noite o trio de ferro foi passear no centro da cidade, levando a bordo 4 garotas, que carinhosamente apelidamos de “mini-biscas”. Elas se dispersaram logo e nós, florzinhas, ficamos vendo uns caras dançando axé, tirando um barato deles, sendo devoradas por formigas assassinas no matinho da praça e revezando o axé com o pagode ao vivo que rolava bem próximo de onde estávamos.

Antes fomos dar umas bandas no parque de diversões. Três “marmanjas”, de sainha curta e tomara-que-caia queriam ir na casa mal assombrada. Detalhe: fomos tirar “dois ou um” para ver quem sobrava num carrinho sozinha. A anta loira da Érika não me coloca três dedos??? Quase rolei de tanto rir. Depois fomos no carrinho de bate-bate, e de tão curta que eram as saias não foi difícil fazer a alegria da “machaiada” que estava na fila esperando para ir também.

Voltamos pra casa felizes da vida com as mini-biscas. Ainda bem que aproveitamos bem o dia porque ontem São Pedro resolveu lavar a geladeira e o freezer o dia todo. A chuva não deu uma trégua. Tivemos de mofar no apartamento. Mas ainda assim foi bem divertido.

Saldo da viagem: uma tattoo de henna descascando, a pele das costas torrada do sol ardente de sábado, a Érika (que vive matando cachorro à grito) no auge dos seus 25 anos se presta a ficar com um fedelho de 17 e a Jana em crise por se achar tiazona das meninas que estavam conosco. Fazia tempo que não me divertia tanto. Faltou o meu bem. Mas talvez se ele estivesse junto a gente não tivesse se divertido tanto...

 



Escrito por Kel às 11:21
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